Defesa Civil de Nova Odessa antecipa estratégia de emergência contra impactos de mudanças climáticas

A Defesa Civil de Nova Odessa realizou, no último dia 29 de outubro, um encontro de alinhamento com profissionais da Secretaria de Saúde (Atenção Básica, Vigilância e Farmácia Central) e do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência). A reunião, ocorrida na sala do COE (Centro de Operações de Emergência), teve como objetivo traçar diretrizes preventivas diante dos efeitos de eventos climáticos extremos.

Durante a atividade, as equipes atualizaram o mapeamento dos moradores que dependem de aparelhos de suporte vital ou de medicamentos termolábeis (como a insulina). A intençãoé estruturar rotas prioritárias de atendimento emergencial, garantindo a segurança clínica e a refrigeração adequada dos remédios durante eventuais interrupções no abastecimento de energia elétrica causadas por temporais.

“Queremos deixar as equipes alinhadas para situações extremas. Por exemplo, se houver a necessidade de montar um abrigo no Ginásio de Esportes, a Saúde dará o suporte no local. O pessoal do Samu vai transportar os acamados diretamente para o Hospital Municipal, onde haverá leito disponível. Quanto aos medicamentos que exigem refrigeração, precisamos garantir o armazenamento correto em quedas de energia, seja remanejando os insumos ou acionando geradores”, afirmou o coordenador da Defesa Civil de Nova Odessa, Vanderlei Vanag.

Para Vanag, as tempestades severas aumentam o risco de queda de árvores e interrupção na rede elétrica. “É necessário garantir que nenhuma vida seja colocada em risco por falta de energia. Para isso, precisamos saber exatamente onde estão os pacientes mais vulneráveis e como assegurar que seus medicamentos permaneçam seguros”, completou.

Ações preventivas

Os impactos das mudanças climáticas vêm sendo debatidos de forma contínua pela Defesa Civil e pelas secretarias municipais. As medidas visam o enfrentamento dos eventos climáticos previstos por especialistas.

Eles indicam que as mudanças climáticas globais têm tornado as tempestades de verão cada vez mais frequentes e severas, exigindo monitoramento constante e planejamento antecipado como as melhores ferramentas para mitigar danos sociais.

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